Tunado: Silvia S14 de volta às pistas
A máquina foi totalmente remontada e está pronta para entrar na disputa dos principais torneios de drift com boas chances de vitória

Ito exibe seu Silvia S14, totalmente modificado para a prática de drift
Depois de manter seu carro de competição parado durante quase um ano, Danilo Tomio Ito, 22 anos, de Kakamigahara (Gifu), resolveu colocá-lo de volta nas pistas. Praticante de drift há cerca de dois anos, ele apresentou ao jornal Tudo Bem a sua máquina: um Silvia S14, ano 6, totalmente modificado para obter o melhor desempenho nas pistas.
No motor, tudo foi modificado para incrementar a potência deste Silvia S14. A troca do bico injetor, filtro de ar e exauster despendeu cerca de 210 mil ienes. A turbina 06-2OG, da marca Greddy, vale 70 mil ienes. O carro possui ainda um intercooler de GTR e um radiador de três camadas, peças avaliadas em 60 mil. Já o computador Power FC é estimado em 106 mil ienes
Originalmente, o carro era branco, e também já foi pintado de vermelho antes de adquirir a atual tonalidade, rosa kenji. Só a pintura, que exigiu cuidados especiais, vale mais do que o preço original do veículo. “Tenho este carro há uns três anos e fomos mexendo pouco a pouco, sem pressa”, explica Ito. As modificações foram feitas na oficina Twister Garage, de seu cunhado André Parreira. “Como ele é meu cunhado, o custo real de cada peça e serviço saiu mais barato para mim”, admite.
As modificações, feitas em todo o carro, transformaram-no numa máquina para drifteiro nenhum colocar defeito. Nos pneus, que são os “pés” do carro, Ito investiu em segurança, mas sem deixar de lado a elegância. No motor, a potência foi multiplicada, com a instalação e substituição de diversas peças. No interior, há um detalhado “painel de controle”, além dos devidos equipamentos de segurança. E por fora, além da chamativa pintura, o upgrade estético inclui saias, aerofólio e capô de fibra.
Ito calcula que todas as modificações já feitas em seu carro consumiram quase 1,7 milhão de ienes, entre material e mão-de-obra. Ele admite que ainda pretende fazer novas modificações. “Envenenar um carro é algo que nunca tem fim, pois sempre haverá alguma peça para trocar ou algum item a melhorar”, explica. “Mas o carro já chegou a um estágio legal, ideal para dar boas derrapadas”, diz o drifteiro, que resolveu tirá-lo da garagem e quer voltar para as pistas.
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